Monday, November 07, 2005

...tua beleza é um avião...

Hj, por acaso, procurando as coisas mais inusitadas na net, já que não achei o artigo que eu tinha que ler, e também, pra variar, a disposição pras outras coisas é bem maior que para os estudos mais massantes, achei dois blogs bacanas, de umas pessoas com quem até pretendo me contactar, quem sabe. Uma mulher - Marina W.- e o outro eu acho que é um homem que escreve, mas não tenho certeza, pode ser mulher também.
Bacana, mas percebi que esse blog não é o que eu queria que fosse. Quem o lê não sabe que sou eu. Tá bom, tem aquele papo que nem eu sei quem sou, mas acho que esse blog não tem tanto minha cara, o que vcs acham? Acho que faltam as benditas fotos. Felipe, ó campelo! Save-me! Como posso "postar' fotos aqui?

Enquanto seu lobo não vem, vou escrevendo por aqui. Janis nos ouvidos... tava com saudade dela. Perdi todas as músicas que tinha no meu computador no último "pití" que ele deu, mas graças a prudência da Janaína achei a pasta da Janis:)

Final de semana, ao interessados, foi bem bacana, pacato. Sexta: Final da novela, né? meia boca. A semi-final foi mais legal. Sábado: Arrumação de casa e tals... ê vida! Shopping e chopinho com Janaína, e aquele lance de funghi que eu e leo adoramos no fim de noite. Depois casa correndo. Deu crise da tal narcolepsia, sei lá! Até machuquei a cabeça por dormir de repente. Mas sem detalhes patéticos. Domingo: Parque com Raphinha. Foi show! Depois lavar roupa, hahahaahah, domingo, acreditem! Então, já estava lá mesmo, inventei uma receita de broa de fubá com queijo. É, inventei, eu inventei, viu? E ficou até comestível!! Essa vou mandar pra Ana Paula, tou devendo, né? Então, aí DVD do Chico com papai, e dormir... com o Rapha na minha cama! Quem dorme, me diz? (o bicho papão tem chifres no nariz, fiquei sabendo ontem).

And so it is.

Caramba! Eu não sei por que eu tenho mania de arrastar tanto minhas graduações.... Não sei se nasci pra estudar não, viu? Eu até gosto, mas não tenho compromisso com as coisas.. e assim não chego a lugar algum.

Internamente... internamente?

"em que fase você está, Daniela?" - O Nando perguntou. Com aquele jeito de pronunciar meu nome que só ele tem. Abrindo a boca de um jeito... sei lá, um jeito que é dele. Não sei, Nando. Não sei em que fase eu estou não. Acho que nova, se é pra comparar com a Lua, tou de Lua Nova... Vou crescer ainda, mas já parei de minguar. Fase família, instavelmente pacata; estavelmente, e espero que definitivamente, cristã.

Quero ir ao cinema, mas vai chover.

O título do post, antes que eu me esqueça, tiro da bossa nova, grande paixão (uma das) e é em homenagem (espero que não pareça um infame trocadilho, mesmo que de fato o seja) ao KDT Scheer, Felipe de Faria Scheer; mas pra mim, pra Alinne amiga, para a maior parte do amigos e familiares, sei lá, e pra Aline namorada (também deve ser) somente FIL! Valeu pelas fotos, depois de séculos sem contato. Bacana! Só vista louca. Coloca lá no orkut, vai ficar show!! (Fil, vc crê que eu sei o aniversário do Todd? 19 de março. Kd ele?)

Ah! Aos que interessam: Nos ouvidos, como eu já disse, Janis.
Para ler: Ensaio sobre a cegueira - José Saramago. (Valeu rafa! Tou adorando. essa semana termino). Fui, inclusive, esqueci de contar, ao lançamento do "As intermitências da morte". Saramago palestrou por quase uma hora. Tou fã.
Assistir: Hum. quero ir ao cinema. Artur tá recomendando "A Queda", pra locar.
E pra pensar, hein?
Bom, Ainda tou com a proposta de Cristo, mas se querem coisa nova, que tal pensar no peso que a cultura tem sobre os nossos atos? É, a cultura que nos é passada, de pai pra filho, que já está fixa na cabeça da gente... Ela fica ali. Ao mesmo tempo que está no todo, está escondida, no cantinho, e sem vc peceber ela te impede de agir dessa ou daquela forma. A gente só não pode esquecer, e aí eu passo por Nietche (é assim?), que quem "faz" (precisava de um termo melhor) a cultura, as regras sociais, os princípios, os valores, e tal e coisa, é o próprio sujeito, o ser social, isso! Nós mesmos. E de repente as normas sociais, enraizadas pela cultura, tomam um caráter maior do que deveria; acabam sendo mitificadas, e o que era pra ser princípios de bem estar social, viram regras que, em alguns casos, frustram certas figuras por uma vida inteira! Por isso, se queremos pensar em alguma coisa últil, abramos os olhos. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Não saiamos também burlando tudo quanto é lei... mas não nos deixemos sufocar por princípios sociais que não protegem ninguém, só fazem tolhir nossas manifestações.

Té+.

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