Friday, April 29, 2005

And so it is...

A minha relação com meu silêncio é tão engraçada....
Ele quase não se faz presente, mas às vezes dura uma manhã inteira.
Como hj que cheguei mais tarde na faculdade... Fui dentro do carro lendo Nelson Rodrigues (desta vez as peças, e não a biografia), viajando naquele mundo que ele sabe descrever tão perfeitamente (teatro é mais legal q a gente imagina!)
Desci do carro ainda no Rio de Janeiro de Nelson Rodrigues. E reparei que o silêncio daquela leitura ficou. Ventava, fazia frio... as ruas me pareceram meios nostálgicas de não sei o quê.
Introspectiva.

Assisti a aula meio incomodada (ou acomodada?), lá atrás, meio sem graça. Diferente de mim, sempre atrasada, correndo, agitada, participativa, blá blá blá...

Parecia que eu queria escrever, mas não conseguia... Como agora.
Lembrei da tese da Ju - Análise do Discurso, pensei na linguagem, no texto da Clarice Lispector... Essas coisas que eu amo: usar as palavras como ferramentas, trabalhar com elas... ver a dança das palavras que sempre tive nítida na minha cabeça!

E descobri q desaprendi! É sério!

Lembro que antes do jornalismo eu tinha fome de escrever... era como se as idéias, frases, tudo, não cabesse em mim... E escrevia! o processo fluía!!
E agora, é sempre vago.

Fiquei o resto da manhã nesse silêncio, pensando na vida e em onde foi mesmo q deixei minhas palavras.

Thursday, April 14, 2005

"Se vc quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo!"

Pois então.

Post rápido só pra atualizar mesmo...
Terça de manhã encontrei um escorpião na minha sala da faculdade...
Achei que estávamos todos correndo perigo, foi a notícia da manhã. Na verdade é quase certo que tenha um ninho, sei lá, entre o rodapé e a parede da sala... mas estamos convivendo, até o momento, pacificamente.

Fui almoçar sozinha, coisa que não gosto muito de fazer.
Uma mulher bem vestida entrou no restaurante, não se serviu, falando ao celular sentou-se à mesa atrás de mim, encostou sua cadeira na minha, cobrindo-a com um casaco, quando arredei pra frente pensando incomodá-la, ela levantou, ainda falando ao celular e saiu.
Resultado: Bolsa aberta e sem a carteira. Filha da p...
Mas paciência... e a tal da lei de Murphy: Nunca tenho um puto na carteira, na terça, por uma série de motivos tinha mais ou menos R$180,00.
Meninas: não pendurem suas bolsas nas cadeiras, mesmo dos melhores restaurantes, ok?
bjão moçada!!
Obs.: Nipobrasileiros, mandem notícias... viu Tati!!??