Thursday, September 29, 2005

eu tive fora uns dias, numa onde diferente (...) eu nem te contei a vertigem que se sente...

Voltei ao normal... digo ao meu normal, pq se cairmos nessa discussão de o que é realmente normal nesse mundo lá vai légua e meia de discurso. Voltei ao ponto em que estava, ou seja, o meio de um caminho que ainda não sei pra onde segue. O pior é que diz o ditado que se vc não sabe pra onde vai, qq lugar serve. Eu não sei pra onde vou, mas sei bem onde gostaria de chegar.
Voltei a me curtir. Por alguns dias estive em meu discurso romancista, mas agora voltei ao normal. Voltei a curtir minhas músicas sem precisar que ninguém cante em coro comigo. Voltei a sonhar sem precisar que alguém sonhe junto. Voltei a querer ler meus livros, sem ninguém pra me trazer um chá de vez em quando. Voltei a planejar meu apto, sem imaginar ninguém lá pra compartilhar do guarda-roupas. Voltei com os planos de viagem pro ano que vem, sem preocupar com a companhia. Voltei... ufa, voltei! Voltei aos meus próprios conflitos, voltei aos meus pecados. Voltei às minha virtudes. Voltei pra mim mesma. Voltei.

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Pensei em publicar aqui a carta da Marilena Chauí que saiu na folha, mas fico satisfeita em apenas recomendá-la. Chega de plágios. Não seria um plágio, pq eu não assinaria por ela, mas se esse blog é meu, quem tem que escrever minhas baboseiras sou eu. (Eu sou mesmo um plágio ambulante)

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Fui à pré estréia do Coronel e o Lobisomem segunda. Vale a pena, podem assistir sem erro. Mas tem meio jeito de minissérie da Globo... das boas!
Semana de estágio sem estágio... Essa falta de atitude que não sai de mim.
Ah! Qq hora aprendo a colocar foto nesse trem!

Monday, September 26, 2005

Alguém descreveu a paixão assim

Ternura, ternura... coração em paz. Quero bem, quero muito bem, quero todo o bem... Quero.
A cabeça roda, tudo desestrutura... preciso. Tenho, Não tenho. Bem feito, quem mandou cultivar tantos bons corações em vão? Agora é minha vez. Não tenho nem vou ter, concluo. Faço uso dos seus vícios, só pra te ter por perto. Te vejo no espelho, nos meus olhos inchados (será o olhar, então?), nos meus dentes, na minha família... te vejo e não quero ver mais. Te deixo de lado. Uma hora cura... O Furacão passou. Estragos ou lições de vida?

Friday, September 09, 2005

A arte é necessária para que o homem se torne capaz de conhecer e mudar o mundo (post de depois de uma aula bacana)

"... quer embalando, quer despertando, jogando com sombras ou trazendo luzes, a arte jamais é uma mera descrição clínica do real. Sua função concerne sempre ao homem total, capacita o "Eu" a identificar-se com a vida de outros, capacita-o a incorporar a si aquilo que ele não é, mas tem a possibilidade de ser."