Monday, November 29, 2004

Cabeça vazia ou cabeça cheia?

Isso aí pessoal!
Não sei se estou com a cabeça vazia ou cheia de tantas outras coisas que não me vem nada de interessante pra escrever...
Então vou contar meu fim de semana e fim de papo.

Sexta: Comida chinesa.
Sábado: Em casa e... nossa!! Eu não fiz nada! Agora é que reparei!
Domingo: namorado, né? E shopping (algumas comprinhas) e espeto pra ver o pessoal!

Básico né? Tinha um aprova hj que vou adiada pra amanhã... nada a comentar!

Mas tem um caso cabuloso que aconteceu, que infelizmente conto pra vcs.
Um carinha (conhecido de um amigo da daphne) mais ou menos da minha idade estava saindo do show da telemig celular na madrugada do domingo. quando foi abordado por 4 assaltantes, e os colocaram no carro dele e foram em direção ao Rio de Janeiro. O carro capotou, o menino morreu e a namorada tá no hospital. os ladrões nada sofreram...
Muito cabuloso, né?
Desculpem começar a semana com um assunto tão pesado, mas, mesmo não conhecendo os personagens, fiquei muito chocada e queria dividir isso com vcs.
Fiquem com Deus e uma boa semana a todos!

P.s: Luli, foi mal não ter comparecido ao seu niver! Fico te devendo essa, né? Bjos

Wednesday, November 24, 2004

senhas...

"Eu não gosto do bom gosto

Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto dos bons modos
Não gosto

Eu aguento até rigores
Eu não tenho pena dos traídos

Eu hospedo infratores e banidos
Eu respeito conveniências

Eu não ligo pra conchavos

Eu suporto aparências

Eu não gosto de maus tratos
Mas o que eu não gosto é do bom gosto

Eu não gosto de bom senso

Eu não gosto dos bons modos

Não gosto

Eu aguento até os modernos

E seus segundos cadernos

Eu aguento até os caretas

E suas verdades perfeitas

Eu aguento até os estetas
Eu não julgo a competência
Eu não ligo para etiqueta
Eu aplaudo rebeldias
Eu respeito tiranias
Eu compreendo piedades
Eu não condeno mentiras
Eu não condeno vaidades


Eu gosto dos que têm fome

Dos que morrem de vontade

Dos que secam de desejo

Dos que ardem"
(Adriana Calcanhotto)

Tuesday, November 23, 2004

É...

Alguns amigos e algumas amigas sempre me dizem que eu deveria fazer análise...
Acho que começo a concordar com eles...
Boa semana a todos!!

Sunday, November 07, 2004

Os plágios do que eu sinto

Não conseguir concentração é um pouco incômodo pra quem quer compor algo depois de muito tempo longe das canetas tinteiro... Ora! Por que nãoprocurar por um canto isolado?
Decidir dedicar quando grandes transações são decididas ao redor... Faça-me o favor!!
Além de um bocado de tristeza, pra fazer um samba com beleza também é necessário o mínimo de reflexão. Talvez eu conseguisse há algum tempo... Versos que não valiam pra ficar... Verdadeiros e escancarados demais. O poeta tem que sem um pouco fingidor, não é mesmo? Que seja! Mesmo que os poetas sejam falsos (como eu), seus versos serão bons! E algumas hipérboles e uns poucos eufemismos não fazem mal a ninguém.

Estamos então, nós dois.
Eu na fome de escrever, de devorar essas linhas, essa tinta, essas teclas, enfim! (fazer valer essa modernidade!). Você, na sede de ler algo que mexa. Ou apenas te distraia nos momentos de inquietude. Inquietude? Qual? A que carrego no coração e na alma?
Essa febre, um fogo leve que eu peguei? (deve ser da idade...) Se buscou as letras por alguma palavra ou conselho (como aquelas pessoas que abrem os livros sagrados à procura de lições, ou que lêem os números das casas procurando prêmios de loteria), posso te passar, sem precisar me isolar, esse furacão que quero viver. A intensidade que flui nesse meu corpo, essa minha mania de achar que a vida pode ser maravilhosa. Esse lance de ver luz e balanço nas belezas de todo dia. Essa vivacidade que quero enxergar no simples, no quotidiano.
Essa gargalhada escancarada. Isso posso te passar. E se é o que busca, pode fechar os olhos ou o papel (ou o arquivo, sabe lá!?). Mais do que isso já não consigo. O mundo passa acelerado ao meu redor; homens e seus negócios, mulheres e seus horários. Sei não...
Talvez se eu tivesse aquela velha árvore, aquela boa brisa, aqueles passarinhos...
Ainda assim nada sairia aqui nesse papel. Talvez por isso essa alegria e essa vontade imensa me sufoquem. Queria que todos vissem, queria abrir o peito em vento... Que uma música agressiva e boa rebatesse no meu palato... O poema... A balada... Queria me despir pro mundo (mas ele faz charme!). Sei não... Será que, sendo assim, não voltaria aos meus versos meninos de pés no chão? Penso que meus cânticos nunca sairão de mim, ainda que haja o momento de reflexão; ainda que haja o isolamento; ainda que eu tenha o dicionário na cabeça e nas mãos. Ainda que eu tenha passado esses poucos anos aprimorando minhas concordâncias...
Da minha boca não ressoa meu samba bem pra frente...
Privo-me então de dizer realmente o que eu acho. E nessa frustração de não alcançar meus versos,
(in)coerentemente assino embaixo.

(Belo Horizonte, 06 de julho de 2004)

Thursday, November 04, 2004

Correria....

Olá pessoas!
Que correria, viu?
Como já diziam os estudantes de estatística, deveríamos estudar os 4 anos direto, pra naum existir fim de semestre!! Que stress!!!

Bom, mas vale contar o que ando fazendo. Fui pra 7 Lagoas no fim de seman, matar um pouco da saudade!! Cara, como alguém pode gostar tanto de um lugar!?
Foi muito bom, curti muito minha família... o duro é ter que voltar, mas....

É pessoas, tá corrido mesmo. Vale contar que agora temos um cachorrinho lem casa.... que as minhas amigas estão ficando todas solteiras....que eu estou com saudade do meu irmão e que minha tia avó (92) tá ficando meio caduca e me perguntou se Jucelino ainda era presidente (entre outras coisas)

Por hj é só mesmo.
Té +