Wednesday, August 02, 2006

02/08 "quando enfim eu nasci minha mãe embrulhou-me num manto"

Acordei. Vale dizer que dormi para o lado da cabeceira, e não para o pé da cama. Tentativas vãs.
Queria escrever, mas fui ao banho. Desliguei o celular. Melhor não olhar pras mesmas horas.
Saí à rua e vários pombos me visitavam. lembrei da pomba de asa quebrada do trabalho do Pepê, mas deixei quieto, eu lembro demais.

O clima estava gostoso, e pensei no lance das sensações. Eu estava atrasada, mas mesmo assim, quando desci do onibus tomei um café na padaria que eu gosto, acordando ainda devagar.

Boas aulas, boas amigas de curso, boas conversas. E gargalhadas que eu adoro.
Almoço que eu gosto com Luciana e Joelma. Saudade das cervejinhas Luciana, a conversa flui. Qualquer dia desses.
Trabalho. Quieta.
Aprendi a rezar o terço. Estava ansiosa por isso.
Consultório médico, leituras envolventes, vista bela. O que eu vim fazer aqui mesmo?
Bem.
Mães... mães e suas maternidades...
Rezo o terço.
A tarde acaba sem ver.
Vinho? Não.
casa e colo de Virgínia. gargalhadas e cacá de ótimo humor.
Mas a noite sempre finda no amor e dores...

Ps.: hj escrevi com música. ousadia, mas era o Chico.

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