Monday, February 06, 2006

de pernas curtas

Na semana passada, a D. Conceição, responsável pelo café lá do escritório, chegou me contando a novidade: Gal Costa tinha adotado a menininha jogada na lagoa da Pampulha.
_Gal Costa, Conça? – Exclamei impressionada.
Ela confirmou enfaticamente. Contou da presença da cantora no hospital, jornalistas e tudo mais que a Gal tem direito.
Espiei no Estado de Minas, no Uai, vasculhei né?

Nada! Como eu previa. Não que eu duvide que a Gal seja capaz de tal ato de amor, mas com certeza, se fosse verdade, a notícias já estaria aos quatro ventos.
Contei à D. Conceição que era mentira, pelo que ela disse, mentira da enfermeira.

Conça estava no hospital acompanhando a irmã internada, que foi transferida hoje para a Santa Casa. Para desespero de Conça.
Desespero sim senhor. Pois D. Conceição não me chega arrancando os cabelos?

_Que houve, Conça! Santa casa é uma boa, ela vai ficar bem lá.

_O problema é que ela chora demais. Ela grita.
_E aí?

_E aí que me contaram que na Santa Casa, quando um paciente chora muito, eles dão o “chá da meia noite”, que serve pra matar a pessoa, pra ela parar de gritar no ouvido da enfermeira!

Chá da meia noite, minha gente!!! Se o pessoal da Santa casa ouve uma dessas, dá processo e o caramba!


Quem inventa essas coisas, hein?
Conça, ouve só: Se apoquente não que sua irmã vai sair tinindo de lá, ok?

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