Tuesday, May 10, 2005

Que isso é bossa nova, isso é muito natural...

Bossa nova.... aquela geração...

Influenciada pelo jazz americano e outras cositas más, aquela galerinha que surgiu na década de 50, contemporâneos do mandato de Jucelino, de "Eles não usam Blacktie" do Guarnieri, de Romances bacanas, como "Encontro Marcado" do Fernando Sabino, De Nelson Pereira do Santos, o "cara" do cinema (né, Vi?), e de muitas outras coisas boas, conseguiram levar esse novo som a todos os cantos. E não ficou apenas como uma tendência de época.
É claro que a Bossa Nova nunca será como foi no meio da década de 50, mas deixou adeptos atuais, fãs incondicionais....

(...)

E lá estava, no Palácio das Artes, Carlinhos Lyra e seu violão, no último sábado.
É claro que todos nós esperávamos mais canções "daquela época", da parceiria com o amado "poetinha". Mas Carlos Lyra nos veio com um seleção de músicas novas, outras nem tão novas assim, mas não conhecidas, como "Canção que morre no ar", dele e Ronaldo Bôscoli. Contou histórias, deu risadas e, em 1h30 de show, intercalou umas 4 ou 5 canções "dos velhos tempos", que foram suficientes pra levar as tietes e os tietes de plantão ao deleite. Entre elas "Lobo Bobo", "Coisa mais linda" e "Minha namorada", parcerias com Vinícius e Bôscoli.
As novas canções, pelo menos novas para os ouvidos mais populares, agradaram em sua maioria, arrancando palmas, assovios e risos (como em "Carioca de Algema").
E pra fechar, "Minha namorada" pela segunda vez naquela noite, só pra deixar vontade na galera.

Vale a pena conferir a entrevista (curta) com Carlinhos Lyra no site do palácio das Artes: www.palaciodasartes.com.br

Ah! E sexta que vem tem Lenine no Chevrolet Hall, né?

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